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5 Ferramentas da PNL e seus benefícios

Atualizado: Set 2


Primeiro vamos entender o que é essa tal de PNL:


A Programação Neurolinguística (PNL) é definida como sendo uma ciência capaz de trazer à tona a excelência natural do ser humano. A PNL, sendo um conjunto de ferramentas e técnicas, utiliza a linguagem do cérebro para potencializar a sua forma de comunicação, as suas ações e reações, e o seu autodesenvolvimento profissional e pessoal. Por isso, a PNL desenvolve a competência de extrair o máximo do seu inconsciente, aproveitando toda a capacidade da sua mente.




Aprenda a se conectar com sua equipe, seus clientes e seus familiares.


Domine uma linguagem mais persuasiva, clara e eficaz!


Como isso é possível?

Com uma técnica chamada de Rapport.


Rapport é um conceito do ramo da psicologia. É uma técnica utilizada para criar uma ligação de sintonia e empatia com outra pessoa. A palavra “rapport” tem origem no termo em francês rapporter que significa “trazer de volta” ou “criar uma relação”.


Para utilizar essa poderosa técnica de persuasão, é necessário que o comunicador mantenha uma qualidade de voz adequada de acordo com o sujeito, mantenha movimentos corporais precisos, de forma que consiga criar sintonia e conexão, e utilize palavras certeiras no momento em que a comunicação está sendo estabelecida.


Dessa forma, a conversa flui de forma muito mais agradável, atrativa e cativante, e, por exemplo, a possibilidade de fechar um negócio aumenta consideravelmente.




Acesse recursos como segurança e coragem no momento em que desejar.

Como isso é possível?

Com o poder das Âncoras.


Você já conhece as famosas âncoras que prendem os navios no fundo do oceano, mas na PNL utilizamos outro tipo de âncora: As âncoras mentais. Esse tipo de Âncora é uma associação que se estabelece entre um estímulo e a resposta provocada, funciona como um tipo de gatilho mental que disparam um estado emocional no ser humano.


O processo de ancoragem pode ser consciente ou não, e ocorre através do qualquer estímulo interno ou externo, que se torna um gatilho e provoca uma resposta emocional, por exemplo: o cheiro de um bolo de chocolate recém-saído do forno pode trazer sensações de saudade ou tristeza para um indivíduo. O mesmo cheiro pode trazer sensações de alegria a um indivíduo diferente. Este processo de ancoragem é inconsciente.


Um processo de ancoragem consciente pode ser válido para as mais diversas situações, e pode ser utilizado como forma positiva para todas as pessoas, pois assim é possível acessar recursos “perdidos” dentro de nós, como coragem, alegria e segurança.




Tenha consciência dos níveis de aprendizagem e organize-se, assim você irá conquistar seus objetivos com mais facilidade.


A aprendizagem é o somatório das experiências e vivências de cada indivíduo.


Para aprendermos qualquer conteúdo passamos pelos 5 níveis de aprendizagem e raramente saltamos do primeiro para o último nível sem passar pelos demais. Esses níveis são: Incompetência inconsciente, Incompetência consciente, Competência consciente, Competência Inconsciente e Maestria.


É provável que algumas pessoas, antes de lerem sobre os níveis da aprendizagem, não sabiam que esses níveis existiam, portanto estavam no estágio de Incompetência Inconsciente. Ao começarem a leitura, passaram ao nível de Incompetência Consciente, porque tomaram conhecimento da existência dos níveis, mas ainda não sabem como funcionam. Ao entender como cada nível acontece, chega-se ao estágio de Competência Consciente e exercitando esse conhecimento, a evolução é para o nível de Competência Inconsciente, onde o indivíduo não tem a consciência que sabe sobre o assunto, e a atividade torna-se inconsciente.


A aprendizagem, para qualquer um dos níveis descritos requer tempo, bastante prática e organização, e por isso, muitas vezes é difícil chegar ao último nível, porque na maioria das vezes não temos consciência nem do primeiro. Para acelerar o caminho até o nível Maestria podemos utilizar o que é chamado na PNL de modelagem, que busca desenvolver os níveis de aprendizagem por meio do autoconhecimento do indivíduo.




Entenda como construímos nossas representações da realidade e como criamos nossos estados e comportamentos.


As pessoas projetam o mundo, e tudo o que acontece nele, de uma forma bastante particular, e a interpretação que damos a todas as projeções, que são as imagens que enxergamos no mundo, chamaram de nossos mapas mentais. Da mesma forma que acontece no mapa de uma cidade, essa interpretação nunca poderá representar os acontecimentos com exatidão, pois nossos mapas mentais não representam o todo ali presente.


Nossos mapas são as sensações e interpretações que fazemos baseados em nossas vivências, experiências, crenças e valores, portanto a interpretação do que enxergamos é construída individualmente e nunca saberemos qual é a verdadeira realidade, pois cada indivíduo a interpreta da sua maneira.


A compreensão de que cada indivíduo possui seu próprio mapa, construído pelas suas próprias experiências e interpretado pelo próprio cérebro, facilita o entendimento que ‘o mapa não é o território’. Ou seja, a realidade (território) percebida individualmente não representa o que de fato é o mundo real, mas sim o mapa criado pela própria percepção do indivíduo.


Ao entender que o mapa não é o território, entendemos que grande parte dos conflitos que acontecem em nossas vidas vem de nossa própria percepção, e muitas vezes não é realmente aquilo que estamos enxergando.



Perceba conscientemente os filtros que existem em você e o tipo de realidade que eles estão criando na sua vida.


O modelo de mundo que temos em nossa mente é único e é baseado em nossas experiências pessoais, por essa razão, cada indivíduo filtra informações do mundo de forma diferente, e, portanto, se comportam e reagem de forma distinta aos acontecimentos. Mesmo indivíduos que sejam criados da mesma forma, pela mesma família e compartilham as mesmas experiências, podem não desenvolver modelos de mundo semelhantes e, por consequência, não responderão a um estímulo do mundo da mesma forma.


Podemos citar um exemplo de filtros quando duas pessoas vão ao cinema, assistem ao mesmo filme e no final, uma delas gosta e a outra não. Isso quer dizer que ambos filtraram a informação (no caso, o filme) de forma diferente. Os dois perceberam o filme de modo diferente e, por essa razão, se comportaram de modo diferente em reação a ele.


Cada indivíduo coloca seus próprios filtros em prática inconscientemente, baseados em suas experiências pessoais, ou seja, se os filtros não estão criando os resultados desejados, a única pessoa capaz de muda-los é a ela mesma. O primeiro passo para isso, é perceber conscientemente os filtros que existem e o tipo de realidade que estão criando. Um dos benefícios da PNL é ajudar a descobrir com facilidade esses filtros e entender como eles afetam o que o indivíduo sente, ouve, vê e reage aos outros e à realidade a sua volta.



Quando temos consciência da existência de todas essas ferramentas, fica difícil acreditar como chegamos até o dia de hoje sem ter aplicado tudo isso no percurso da vida. Com certeza muitas coisas poderiam ter sido diferentes e muitas situações poderiam ter sido muito mais fáceis de lidar.


Você gostaria de continuar esse estudo, se aprofundar mais e aprender, de forma prática e dinâmica, essas e outras incríveis ferramentas da PNL para aplicar em sua vida, seja na parte pessoal ou profissional?

Isso é possível!


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